Não sei se quero sul ou se quero norte.
Sonho e lá eles se misturam, não sei onde é o que.
O norte tem uma árvore bonita, cheia de frutas vermelhas, doces com denotação ácida, como eu gosto. Ela me dá flores e não me deixa dormir.
Não sei o que o sul tem, além de um labirinto, cheio de mil caminhos que me perdem, me prendem, me machucam, me cansam, me tropeçam, me matam. E é por isso que ainda quero voltar pra lá.
Pena minha não existir "nortul", ou "sulorte". Que nem existe "noroeste", coisa e tal.
Se o sul me esprestasse sua primeira curva, e o norte me desse seu corpo sem sua cabeça, eu teria sorte e ficaria satisfeita, ou me tornaria um sei-lá-o-que.
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