Há quem diga que relacionamentos são jogos. E os amorosos, jogos de azar. Se for, digo que não sei jogar. Mas mesmo assim eu tô no jogo. Sem saber as regras, sem se é a minha vez de jogar. Se for um blefe, eu acredito. Se não for, acredito. Eu não sei jogar e mostro minhas cartas. Talvez monte até um castelo com elas. Um sopro e o castelo pode cair. Mas perdendo ou ganhando, sempre, digo que aposto tudo.
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