A gravidade parece nua
Pra quem pára no ar
um Vento rápido nas asas
Que me seguia
Ele me pousou
Na flor farpada,
Espinhos de aço
O mel da flor
se confunde com o fel,
ferido, vermelho
E já não venta mais
Um comentário:
Anônimo
disse...
Quem será que feriu essas assas tão livres assim? Ah, vento! Ah vento! =D =D =D Fran. Seus poemas são demais. Vou linkar seu blog se vc me permite, claro! Um grande abraço!
Um comentário:
Quem será que feriu essas assas tão livres assim? Ah, vento! Ah vento!
=D
=D
=D
Fran. Seus poemas são demais.
Vou linkar seu blog se vc me permite, claro!
Um grande abraço!
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