quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Um

A gravidade parece nua
Pra quem pára no ar
um Vento rápido nas asas
Que me seguia

Ele me pousou
Na flor farpada,

Espinhos de aço

O mel da flor
se confunde com o fel,
ferido, vermelho
E já não venta mais

Um comentário:

Anônimo disse...

Quem será que feriu essas assas tão livres assim? Ah, vento! Ah vento!
=D
=D
=D
Fran. Seus poemas são demais.
Vou linkar seu blog se vc me permite, claro!
Um grande abraço!